Símbolos e Arquétipos

“Um xamã nativo americano estava desenhando uma mandala no chão de terra. Uma pessoa perguntou o que ele estava fazendo. Ele respondeu: ‘se eu terminar essa mandala amanhã todas as mulheres estarão grávidas’. Este é o poder de um símbolo.

Usar o símbolo errado pode fazer com que não entre mais clientes na sua empresa ou que desapareçam os que já existem. Pode-se ser demitido do emprego pelo mau uso de um símbolo ou arquétipo na mesa de trabalho.

Jung estudou detalhadamente isso e escreveu 31 livros. Joseph Campbell outros tantos. Todo símbolo e arquétipo tem uma energia especifica e manipula outras energias. Toda a vida psíquica é determinada pelos símbolos e arquétipos. Todas as religiões e rituais usam símbolos. Além das empresas, logomarcas, logotipos, etc.”

A palavra “xamã” é de origem russa (saman), termo usado pelos tungues do nordeste da Sibéria que passou a ser empregado na terminologia científica nas línguas europeias. Conforme o mitólogo Mircea Eliade, deve-se fazer uma distinção, entre as religiões dominadas por uma ideologia xamanista e o sistema que constitui o Xamanismo.

Da mesma forma, os antropólogos utilizam o termo “xamã” para se referirem aos sacerdotes de uma grande variedade de culturas nativas, e que são conhecidos também como: bruxo, feiticeiro, curandeiro, mago, vidente. No Brasil utiliza-se o nome de pajé; na América do Norte de “medicine man” ou “medicine women”; e na América Central de curandeiros ou feiticeiros. De acordo o artigo da Universidade de Cambrigde, a evolução cultural do xamanismo se adapta às condições sociais dos seus praticantes.

Por Valéria Rowena – Escritora e Oraculista

Fonte compatilhada: Arquétipos e símbolos
Imagem: Site Prof. Hélio Couto