Arquétipos e Relacionamentos

A forma ideal de conduta inserida no modelo arquetípico do inconsciente e os ideais platônicos da metafisica, ou seja: “Arquétipo é o projeto de tudo que existe. Nada pode existir sem antes ter sido pensado. Esse pensamento primeiro é a perfeição em qualquer atividade ou profissão; literalmente de toda a existência.”

Nos seres humanos os arquétipos provocam reações afetivas e emocionais. Geram sentimentos através dos neurotransmissores e hormônios. Isso é da mais extrema importância em todas as áreas humanas. Tudo que se faz em publicidade é baseado em arquétipos, para criar as neuro-associações com os produtos.

No caso de relacionamentos afetivos é fundamental para se criar um sentimento, tanto nosso em relação a uma pessoa, quanto dela para nós. Não levar isso em consideração é simplesmente ignorar a força mais poderosa do Universo. Arquétipos e metáforas são poderosos.”

O filosofo Kant diz que o entendimento de todas as representações humanas sobre o divino cria a realidade, pois o coração humano recusa-se a acreditar num universo sem finalidade. A felicidade não é um ideal da razão, mas sim da imaginação. Quanto mais amor, mais fácil se torna a nossa passagem pelo mundo.

Conforme Carl Jung identificou, as ideias platônicas do amor são as versões filosóficas do que ele incorporou como arquétipos do inconsciente. Arquétipo é o protótipo primordial daquilo que existe no Universo. Portanto, nos relacionamentos este conceito é fundamental para se gerar um sentimento. Observe o padrão anímico e a virtude arquetípica que conduz a sua vida e faça uma avaliação interna para se abrir as novas possibilidades. Boa jornada!

“Que tenhas respeito por tua individualidade e diferença, pois a tua alma é única.” – John O’Donohue.

Por Valéria Rowena – Escritora e Oraculista

Fonte consultada: Arquétipos e relacionamentos